segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Mortos Vivos
Mortos vivos
Eu nao nasci para ser feliz
Essa é a sina que fica estampada na cara
Pendurada entre as verrugas do meu nariz
Queria sim renascer, ou morrer
Mas coragem falta
Tudo é pouco
A água deve ser poça
O cigarro deve ser chato
O álcool deve ser dosado
E assim aprendo que mesmo andando
Por dentro já estou morto
Blue vida
Duas horas
Na matina, e me vê um Schott
Que já bebi o da cozinha
Ou um schot de tequila
Não importa o sabor
Então me diga
Pra quem não sabe se é noite ou dia
Só sobra outra bebida
Lucas Mendes de Oliveira
Bossa da sarjeta
Bossa da sarjeta
Sinto uma coceira leve, uma febre, grande dor
Minha mãe diz que é encosto o doutor diz que é amor
Mas como que eu faço se minha amada não me quer
Despido mas de mil flores só por essa mulher
E mesmo com todo esforço ela insiste no mau me quer
E agora eu não tenho mais razão
Pobre do meu coração
Que já de tão mau tratado
Encontra-se despedaçado
Se encontrar sozinho e embreagado, na sarjeta a cantar
Agora vou seguir os conselhos da escola
Não seja retardo queime o retrato e vá embora
Filho da puta
O homem olha e com uma boca cheia diz: filho da puta
entre dentes podres essa palavre esmurra
deus fraco que nao colocou paltebras nos ouvidos
agora devo eu sentilos entre meu cranio ecoar
viro e digo
Sou filho da puta sim
mas pelo menos tenho mae
Lucas mendes de Oliveira
entre dentes podres essa palavre esmurra
deus fraco que nao colocou paltebras nos ouvidos
agora devo eu sentilos entre meu cranio ecoar
viro e digo
Sou filho da puta sim
mas pelo menos tenho mae
Lucas mendes de Oliveira
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