segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Bossa da sarjeta


Bossa da sarjeta

Sinto uma coceira leve, uma febre, grande dor
Minha mãe diz que é encosto o doutor diz que é amor

Mas como que eu faço se minha amada não me quer
Despido mas de mil flores só por essa mulher
E mesmo com todo esforço ela insiste no mau me quer

E agora eu não tenho mais razão
Pobre do meu coração
Que já de tão mau tratado
Encontra-se despedaçado
Se encontrar sozinho e embreagado, na sarjeta a cantar

Agora vou seguir os conselhos da escola
Não seja retardo queime o retrato e vá embora

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